julho 22, 2003

Media

Foram muitos os órgãos de comunicação social que se referiram ao lançamento do livro Vilar de Mouros, 35 anos de festivais. O autor agradece a todos e a cada um deles (com pedido de desculpas se faltar algum): Rádio Renascença, TSF, Antena Um, Antena 3, Rádio Nova, Rádio Festival, Lusa, O Comércio do Porto, Jornal de Notícias, O Primeiro de Janeiro, Público, 24 Horas, Blitz, O Caminhense, Alto Minho, Diário do Minho, Visão, SIC Notícias, SIC Radical, RTP, NTV, TVI, Portugal Diário, Cotonete, Caminha 2000.

Publicado por Fernando Zamith em 08:10 PM | Comentários (2)

julho 15, 2003

Apresentação em Caminha

É já sexta-feira, dia 18, que o livro VILAR DE MOUROS, 35 ANOS DE FESTIVAIS é apresentado no Auditório da Biblioteca Municipal de Caminha por Isabel Barge, filha do fundador do festival, António Barge.
A sessão, oferecida pela Câmara Municipal de Caminha, começa às 15h30, por forma a terminar mesmo a tempo de todos rumarem a Vilar de Mouros, para a primeira grande tarde/noite do festival.

Na véspera, quinta-feira, o programa da manhã da Antena 3 (entre as 07h00 e as 10h00) vai ser feito em Vilar de Mouros, podendo os ouvintes mais sortudos ganhar bilhetes para o festival e, a partir da segunda hora, livros VILAR DE MOUROS, 35 ANOS DE FESTIVAIS.

O livro vai estar à venda no recinto do festival, para onde está prevista uma sessão de autógrafos, sábado, dia 19, às 19h00.

Publicado por Fernando Zamith em 11:24 PM | Comentários (1)

Índice

Agora que o livro já está nas livrarias, já é possível divulgar algo mais sobre a sua estrutura. Aqui fica hoje o Índice completo das 268 páginas.

Introdução

1 – O Recanto do Paraíso

A história da freguesia e do seu nome
Monumentos e belezas naturais
Demografia
Actividades económicas
Organização social e política

2 – Radiografia dos Festivais

1965-67 – Os festivais de folclore

1968 – Zeca Afonso, Carlos Paredes e Banda da GNR no festival da ousadia “permitida”

Dos festivais de folclore ao primeiro festival ecléctico
O programa do “IV Festival de Vilar de Mouros”
A “propaganda” ao festival
O encontro de Zeca Afonso e Manuel Freire
A primeira pequena “invasão” de Vilar de Mouros

1971 – Elton John e Manfred Mann no “Woodstock português”

Três anos para preparar o primeiro grande festival do país
Beatles, Rolling Stones e Pink Floyd entre as primeiras escolhas
O programa do festival
A história de D. Garcia
A fraca afluência da abertura clássica
Militares com freiras
A “peregrinação” a Vilar de Mouros
Júlio Isidro dá boleia a Elton John
O arranque do Festival de Música Moderna
O estranho aparelho de Manfred Mann
A apatia do público
Elton John “showman”
Música tropical e fado a fechar
O festival recordado por quem o viveu

1975 – O festival abortado

1982 – U2, Stranglers e Durutti Column em nove dias de “loucura controlada”

A preparação do regresso
A comissão (des)organizadora
O palco de betão
Os astronautas da guerra-fria
U2 substituem New Order
O nudismo
O manifesto anarquista
Os cavalos da GNR
Os cães-polícias “constipados”
O cantor da capela e a sua única fã
As constantes mudanças de programa
31 de Julho: O arranque do festival sem “heróis” nem “folia”
1 de Agosto: Victorino d’Almeida ao piano
2 de Agosto: Desfolhada e Gist “gravados”
3 de Agosto: O “show” Bono Vox e o “senhor” Johnny Copeland
4 de Agosto: Sun Ra Arkestra e “invasão de campo”
5 de Agosto: Roxigénio “com povo” e Vitorino “acústico”
6 de Agosto: O encanto de Durutti Column e Renaissance
7 de Agosto: Tom Robinson, “mini”-GNR e “um certo pânico”
8 de Agosto: Fado e Cabo Verde em “morna” noite de fecho
O filme de Vilar de Mouros’82
O “meu” festival

1984 – O festival prometido que ninguém quis organizar

1985 – Trovante e Emílio Cao no “molhado” I Encontro de Música Popular

A persistência de Armando Ranhada
O programa
As “trovas” de Luís e Emílio
A trovoada e a debandada
O dia extra

1996 – Stone Roses e Madredeus na profissionalização de Vilar de Mouros

Três anos para evitar erros do passado
Os 25 anos de Vilar de Mouros’71
A “troca” de um cartaz forte por uma organização profissional
“Não venham mais! Já não há bilhetes!”
9 de Agosto: Pato abre festival da vaca
10 de Agosto: “Jovens Deuses” e “Rosas de Pedra”
11 de Agosto: Xutos e Madredeus em fecho bucólico

1999 – Pretenders estreiam edições anuais no novo recinto

As peripécias da compra dos terrenos
Os efeitos da concorrência, do calendário e da “anualização”
O “pintor” Joe Strummer cheio de frio
20 de Agosto: Eagle Eye Cherry, 17 anos depois da irmã
21 de Agosto: O traquejo dos Pretenders
22 de Agosto: Joe Strummer e Tindersticks, agora sim

2000 – Alanis Morissette, Iron Maiden e Skunk Anansie no “super-cartaz” de todos os recordes

A reafirmação como “primeiro festival”
Grandes estrelas duplicam assistência
14 de Julho: Alanis faz vibrar Vilar de Mouros
15 de Julho: A irreverência de Skunk Anansie
16 de Julho: A noite do metal
O festival recordado por quem o viveu

2001 – O ano Neil Young

Neil Yong (as)segura continuidade
13 de Julho: “Rock’n’roll will never die”
14 de Julho: O polivalente Ben Harper
15 de Julho: Xutos para dar e durar
O festival recordado por quem o viveu

2002 – Manu Chao, Lamb, Rammstein, Bush e UB40 no festival heterogéneo

O risco de um cartaz “ressesso”
Mouros na net
12 de Julho: O “anjo” e o “clandestino”
13 de Julho: A pirotecnia alemã
14 de Julho: Bush em versão pesada
O festival recordado por quem o viveu

2003 - O regresso do rock frenético

Guano Apes, David Fonseca e Wailers em ano de "vacas magras"
O polémico traçado do IC1

3 - A identidade do Festival de Vilar de Mouros

Uma surpreendente “regularidade”
Os organizadores de 35 anos de festivais
Os ícones do “Woodstock à portuguesa”
Dos fiascos das receitas à estabilidade dos patrocínios
O precursor dos festivais de Verão
Os melhores concertos de Vilar de Mouros

Testemunhos recolhidos expressamente para este livro

Entrevistas
Outros depoimentos

Bibliografia

Agradecimentos

Publicado por Fernando Zamith em 10:56 PM | Comentários (0)

julho 11, 2003

JÁ ESTÁ!!!

CapaVM

Publicado por Fernando Zamith em 01:25 AM | Comentários (1)

Lançamento

Foi hoje lançado no Fórum Fnac do NorteShopping (Matosinhos) o livro Vilar de Mouros, 35 anos de festivais. A apresentação foi feita por Luís Montez, administrador da Música no Coração, que organiza com a Porto&Ventos o festival.

A sessão contou com as presenças de Maria Amélia Barge e Luís Barge, esposa e filho do fundador do Festival de Vilar de Mouros, António Barge, Júlia Paula Costa, presidente da Câmara Municipal de Caminha, Carlos Alves, presidente da Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, Jorge Silva, administrador da Porto&Ventos, e José Ribeiro, director das Edições Afrontamento.
Daqui a uma semana, 18 de Julho (no arranque do festival), às 15h30, o livro é apresentado pela filha de António Barge, Isabel Barge, no Auditório da Biblioteca Municipal de Caminha.
Esta sessão é oferecida pela presidente da Câmara Municipal de Caminha.

Publicado por Fernando Zamith em 01:24 AM | Comentários (0)

julho 09, 2003

Exposição

É inaugurada hoje na Fnac do NorteShopping uma exposição de quadros pintados por músicos que actuaram nas últimas edições do Festival de Vilar de Mouros. Esta exposição inédita, que está patente até domingo, acompanha o lançamento do livro Vilar de Mouros, 35 anos de festivais.

UM FESTIVAL COM TINTA

Em 1999, a Porto&Ventos, recém-chegada à organização do Festival de Vilar de Mouros, resolveu colocar nos bastidores do palco principal cavaletes, telas, pincéis e óleos para que os músicos dessem asas à sua imaginação e se entretivessem antes dos concertos.

Começou por ser uma pequena brincadeira, mas a adesão dos artistas foi tão entusiástica que os organizadores decidiram repeti-la nos anos seguintes. Em quatro anos, já juntaram uma vintena de quadros - alguns bem inspirados - de gente como Skunk Anansie, Alanis Morissette, Joe Strummer, Beck, Xutos & Pontapés, Rui Veloso, Megadeth, Blind Zero, UB40, Bush, Rammstein, Cake, Lamb, Asian Dub Foundation e Ben Harper. Estes dois últimos chegaram mesmo a fazer uma "co-produção".

Além dos materiais convencionais utilizados na pintura a óleo, muitos músicos usaram recortes de jornais, pontas de cigarros e até areia, como aconteceu com a "naturalista" Alanis Morissette.


Publicado por Fernando Zamith em 04:23 PM | Comentários (0)

julho 08, 2003

Introdução

A ideia de pesquisar e compilar em livro as histórias e as imagens de Vilar de Mouros e dos seus festivais começou a ganhar forma depois do festival de 2002. António Barge, o “inventor” do festival, tinha morrido meses antes e muitos outros protagonistas e figuras típicas da aldeia já cá não estavam também.

Entre eles, Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Amália Rodrigues, Joly Braga Santos, Natália Correia, David Mourão-Ferreira, Milo “Ouro Negro”, Silva Dionísio, Alfredo Mourão e António Azevedo, o carismático proprietário do “Retiro da Ponte”, em cuja mercearia sempre nos abastecemos. Qualquer dia, pensava eu, já não haverá ninguém para relatar aquelas histórias que ficaram por contar, ou lembrar outras que ameaçavam ficar esquecidas para sempre. Era tempo, pois, de meter mãos à obra.
(excerto da Introdução)

Publicado por Fernando Zamith em 10:16 AM | Comentários (0)

Entrevistas

Maria Amélia Barge (Vilar de Mouros, Agosto/2002)
Carlos Alves (Vilar de Mouros, Agosto/2002)
Joaquim Gonçalves (Vilar de Mouros, Agosto/2002)
António Victorino d’Almeida (Moledo, Agosto/2002)
Pita Guerreiro (Seixas, Agosto/2002)
Armando Ranhada (Vilar de Mouros, Agosto/2002)
Maria Ângela Rocha (Vilar de Mouros, Setembro/2002)
Álvaro Covões (Lisboa, Novembro/2002)
Jorge Silva (Porto, Janeiro/2003)
José Cid (Porto, Fevereiro/2003)
Miguel Araújo e Paulo Valentim (Leça do Balio, Março/2003)

Outros depoimentos:
Alberto Peres, Alexandre Barrocas, António Amorim, António Freitas de Sousa, António Peres Magalhães, Avelino
Tavares, Diana Pinto Neves, Francisco Neves, Ilídia Pinto, Isabel Barge, João Paulo Peixoto, Júlia Paula Costa, Luís
Montez, Manuel Freire, Michel e Mike Sergeant.

Publicado por Fernando Zamith em 10:10 AM | Comentários (2)

Agradecimentos

Este livro não teria sido possível de todo sem o apoio de inúmeras pessoas e instituições, entre as quais
não posso deixar de destacar a extraordinária ajuda da D. Maria Amélia Barge e da filha, Isabel.

Quero também agradecer à minha mãe, pela empenhada colaboração, ao professor Hélder Pacheco, pelos
muito úteis conselhos e orientações, ao José Miguel Reis, pelo excelente trabalho gráfico que fez, às gentes
de Vilar de Mouros, particularmente Armando Ranhada, Carlos Alves e Maria Ângela Rocha, às equipas da
Música no Coração, Porto&Ventos, Unicer e Edições Afrontamento, e aos colegas e amigos Alberto Peres, Ilídia
Pinto, António Peres Magalhães, Rosa Sampaio, Fernando Veludo e Hernâni Pereira.
Estes agradecimentos são extensíveis a Alexandra Campos, Alexandre Barrocas, «Alto Minho», Álvaro
Covões, Antena 3, António Amorim, António Fazendeiro, António Freitas de Sousa, António Jorge, António
Melão, António Victorino d’Almeida, Arquivo de Fotografia de Lisboa/Centro Português de Fotografia, Avelino
Tavares, Câmara Municipal de Caminha, Castro Guerreiro, Cátia Maurício, Clix, Diana Pinto Neves, «Diário de
Notícias», Fernando Costa, Fernando Pereira, Filipe Guimarães, Francisco Neves, Joana Queiroz Ribeiro, João
Abreu Miranda, João Paulo Peixoto, Joaquim Gonçalves, Jorge Barros, Jorge Silva, José Cid, José Ribeiro, Júlia
Paula Costa, Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, Luís Montez, Luís Pinheiro de Almeida, Manuel Freire, Miguel
Araújo, Mónica Mota Pereira, «Mundo da Canção», Nuno Xavier, «O Primeiro de Janeiro», Paulo Valentim, Pita
Guerreiro, «Público», Rui Leal, Rui Pedrosa, Strat, Ursula Zangger... e à Shorty e à Inês.

Publicado por Fernando Zamith em 10:06 AM | Comentários (3)

O autor

Fernando Zamith nasceu em 1964 em Luanda, Angola. Aos 10 anos e meio foi viver para Viana do Castelo, terra Natal de seus pais, e mais tarde para Famalicão, Braga e Porto.
É licenciado em Comunicação Social, jornalista da Agência Lusa e docente na Universidade do Porto.
Descende, por parte da mãe, de uma família de Vilar de Mouros, onde desde pequeno passa férias, mantendo pela aldeia um afecto muito especial. Conhece-lhe todos os recantos, desde as levadas e montes até aos sítios mais escondidos, e vai todos os anos com a família e amigos à «festa da muuuuuuuita acção».

Publicado por Fernando Zamith em 09:59 AM | Comentários (0)

Resumo

Vilar de Mouros: 35 Anos de Festivais, dedicado à memória de António Barge, conta a história e as histórias do pioneiro dos festivais portugueses ao ar livre. Resultou de um trabalho de pesquisa, recolha, compilação e análise de documentos, relatos de imprensa e depoimentos de todos os eventos realizados na aldeia com a designação «festival» ou que, embora com outro nome, tenham tido idêntico relevo e/ou impacto mediático.

A obra está organizada em três grandes capítulos, funcionando o segundo (o maior) como verdadeiro «coração» do livro. É neste capítulo que é feita a descrição, por ordem cronológica, de todos os festivais realizados em Vilar de Mouros, começando por referências a um Festival Infantil efectuado em 1937 e aos três primeiros festivais de folclore organizados por António Barge (1965/67). As descrições mais pormenorizadas iniciam-se com o primeiro festival eclético (1968), aquele que é considerado neste livro como o marco número um de 35 anos de festivais de Vilar de Mouros. Seguem-se-lhe subcapítulos referentes aos festivais de 1971, 1982, 1985, 1996, 1999, 2000, 2001, 2002 e uma antevisão de 2003, entremeados com dados, relatos e documentos inéditos de duas edições abortadas: 1975 e 1984.
No primeiro capítulo, é feita uma descrição histórica da aldeia e do seu nome, acompanhada de referências e imagens dos seus mais belos monumentos e recantos naturais. O último capítulo é dedicado à identidade global dos festivais de Vilar de Mouros: os marcos deixados por três gerações de organizadores.
Para a elaboração do livro, o autor entrevistou, entre outros, Maria Amélia Barge (co-organizadora dos primeiros festivais), António Victorino d’Almeida (participante no festival de 1971 e director artístico em 82), José Cid (participante em 71), Pita Guerreiro (coordenador de 82), Armando Ranhada (co-organizador em 82 e 85), Carlos Alves (presidente da Junta de Freguesia de Vilar de Mouros), Maria Ângela Rocha («guardadora de memórias» da aldeia), Álvaro Covões (co-organizador desde 1996) e Jorge Silva (co-organizador desde 1999). Foram recolhidos também depoimentos de Isabel Barge, Manuel Freire, Luís Montez, Júlia Paula Costa e Alexandre Barrocas e de outros participantes, assistentes e repórteres que passaram pelos vários festivais.
O autor contou com a preciosa colaboração de inúmeras pessoas e entidades, que enriqueceram o livro com belíssimas fotografias e com reproduções de dezenas de documentos.

Publicado por Fernando Zamith em 09:49 AM | Comentários (0)

Características

Título: VILAR DE MOUROS: 35 ANOS DE FESTIVAIS
Autor: Fernando Zamith
Editora: Edições Afrontamento
Características: Formato A4, encadernado, 268 páginas, mais de 200 ilustrações (90% a cores).
Grafismo: José Miguel Reis/Edições Afrontamento
Foto da Capa: Fernando Veludo/Público

Publicado por Fernando Zamith em 09:43 AM | Comentários (1)